Essa rua é meio que margeada pelo canal/lagoa e o visual vale a pena. Do outro lado da água, uma ilha e entre a ilha e a margem de cá, barquinhos coloridos de pescadores. O único senão para não me aventurar por lá mais vezes é que até chegar nela, se tem que passar ao largo de uma vila (comunidade, politicamente correta) problemática - há grandes possibilidades de se perder os tênis, o relógio quem sabe, o mp3. Mas enfim, era o trajeto que eu queria fazer hoje. De onde saí até o fim dela o caminho, na maior parte, é de saibro - meu chão predileto, não só pelo barulho da pisada, mas também pelo tipo de solo mesmo. E coisa booooooooooooa poder usar uma camiseta de manga curta, for a change e não sentir frio.Logo de saída passou por mim a primeira run-mate de hoje: uma guria metida, de rala-bela marrom, argolões nas orelhas e cabelo até o fim das costas... baixinha, passada larga, se esbaforindo na volta do canelete. Primeiro pensamento: "Aposto que desiste nos primeiros 500mts". Segundo e último: "Relaxa, Ms Harkins, teu foco é distância e não velocidade."
Sigo em frente e logo no entroncamento da Av. Portugal com a Henrique Pancada, o segundo run-mate: um cara que parecia estar voltando da corrida. Por fim, na volta, lá vem eles... os milicos do quartel. Acho muito divertido ver os pobres coitados se matando de correr e cantando aqueles versinhos de incentivo. (bem) Depois que os 20 e tantos passaram, 3 estavam parados, alongando, sofrendo. Passei certinho, rindo por dentro (Yes, I CAN).
Amanhã de madrugada Pilates e a tarde levo minha colega de trabalho para correr 1 quadra caminhando / 2 correndo por 5K.
Feliz.
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